quarta-feira, 12 de junho de 2013

Por que ler é importante?

 Existem vários porquês da importância da leitura! E com o intuito de despertar seu interesse pela leitura, vejamos alguns motivos pelos quais você deva começar ou continuar a ler:

1. Entendimento: uma boa leitura leva a pessoa ao entendimento de assuntos distintos. Afinal, o que é entender senão compreender, perceber?
2. Cultura: através da leitura temos possibilidade de ter contato com várias culturas diferentes. Sabemos como determinado povo se comporta, os motivos pelos quais agem de forma distinta da nossa, afinal, lidamos melhor com quem é diferente de nós e não temos uma opinião pobre e geral das circunstâncias.
3. Reflexivos: lendo, nos tornamos reflexivos, ou seja, formamos uma ideia própria e madura dos fatos. Quando temos entendimento dos vários lados de uma mesma história, somos capazes de refletir e chegar a um consenso, que nos traz crescimento pessoal.
4. Conhecimento: através da leitura falamos e escrevemos melhor, sabemos o que aconteceu na nossa história, o porquê de nosso clima e do idioma que falamos, dentre muitas outras possibilidades.
5. Vocabulário: esse item é fato, pois quem lê tem um repertório de vocábulos muito mais avançado do que aquele que não possui essa prática.
6. Escrita: com conhecimento, reflexão, e um vocabulário mais amplo e rico, é óbvio que o indivíduo conseguirá desenvolver seu texto com muito mais destreza e facilidade. Quem lê, se expressa bem por meio da escrita.
7. Diversão: sim, a leitura promove diversão, pois quem lê é levado a lugares incríveis através da criatividade e imaginação.
8. Informação: através da leitura ficamos informados sobre o que acontece no mundo e na nossa região. A leitura informativa mais usual é o jornal impresso.
9. Leitura dinâmica: quem lê muito, começa a refletir mais rápido. Logo, adquire mais agilidade na leitura. Passa os olhos e já entende sobre o que o texto está falando, a opinião do escritor e a conclusão alcançada.

terça-feira, 11 de junho de 2013

SEIS TIPOS DE POSTS QUE PODEM ATRAPALHAR SUA VIDA PROFISSIONAL:



FOTOS DE BEBEDEIRA, PIADAS COM VIÉS PRECONCEITUOSO E REFERÊNCIAS SEXUAIS SÃO OBSTÁCULOS CAPAZES DE ARRUINAR CONTRATAÇÃO OU CARREIRA NA EMPRESA. VEJA POSTAGENS CONTRAINDICADAS:

Bianca Castanho , iG São Paulo | 09/06/2013 07:00:54

Além de serem ferramentas destinadas à comunicação virtual, as redes sociais têm o poder de refletir significativamente na vida real, especialmente na área profissional.
Fabricio cita três tipos de perfis que deixam as empresas com o pé atrás: o crítico de plantão (aquele que passa o dia inteiro xingando muito fazendo críticas no Twitter, principalmente contra produtos e empresas); o preconceituoso metido a engraçado (permeado de postagens e comunidades de conteúdo preconceituoso, seja de gênero, cor, religião) e o pessimista ou conselheiro (que vê o próprio perfil como um canal de reclamação ou um psicólogo virtual). “Esses temas causam muita polêmica”, explica Saad.
Para Gil Giardelli, web ativista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), ter cuidado ao expor as próprias opiniões é primordial para causar uma boa impressão na internet. “Todas as empresas estão olhando que tipos de comentários ou de fotos são divulgados nas redes”, diz. Alguns podem dificultar a vida do candidato (ou do funcionário). Veja abaixo quais são:

  1. Posts com referências sexuais e preconceituosas de qualquer tipo podem custar caro. Em 2009, o comediante Danilo Gentili postou a seguinte frase em sua conta do Twitter: “King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?” (sic). Apesar de a intenção de Danilo ter sido fazer rir, a piada também pode ser entendida com um viés racista, comparando os negros a macacos. O resultado foi uma avalanche de críticas, inclusive de colegas de trabalho, gerando uma imagem negativa do humorista. 
  2. Posts com informações pessoais de segurança. Publicar endereços pessoais, números de celulares, informações sobre familiares e outras pessoas podem passar a impressão de que você é uma pessoa desatenta. “Não coloque nada que você não colocaria em um outdoor. É difícil ter regras, mas é importante ter bom senso”, explica Giardelli.
  3. Posts com linguagem pouco educada em discussões. Ao debater com algum colega no mundo real, dificilmente você usaria palavras pesadas. Não pense que o relativo anonimato virtual fornece um salvo-conduto para agir de forma diferente nas redes. O uso de palavras de baixo calão reflete diretamente a sua personalidade. Em vez de partir para a agressão verbal, sustente seu discurso com argumentos consistentes. 
  4. Fotos de conteúdo constrangedor, como as que fazem alusões ao consumo de bebidas alcoólicas ou outro tipo de entorpecentes, são pontos muito negativos. Cada um se diverte à sua maneira, mas alguns registros podem ficar longe das telas do computador – e dos olhos do seu possível chefe. É preciso ficar atento não apenas às fotos que você posta, mas também àquelas em que seus amigos o marcam. Há imagens que você pode nem saber que existam e o resultado pode ser desastroso. “Tudo que está na rede, mesmo que na dos amigos, vaza”, conta Gil. Para a consultora de boas maneiras Sofia Rossi, fotos mal colocadas podem passar a impressão de falta de seriedade. “Tirar foto mostrando a língua e fazendo gestos na frente do espelho faz com que a sua postura profissional seja questionada”, acredita.
  5. Posts com comentários que podem prejudicar a empresa de alguma maneira. Um comentário mais exagerado ou uma opinião com teor desrespeitoso pode ter um desfecho amargo. Em 2010, o ex-diretor comercial da empresa Locaweb, Alex Glikas, postou um comentário ofensivo ao time de futebol do São Paulo durante uma partida contra o Corinthians. O inconveniente é que a Locaweb era patrocinadora do primeiro time, e a reação dos torcedores são-paulinos foi de retaliação contra Glikas. A solução da empresa foi demitir o funcionário.
  6. As associações e páginas curtidas no Facebook dão um parâmetro da personalidade e dos pontos de vista do candidato. Portanto, preste atenção nas páginas que você adiciona ao seu perfil: conteúdo criminoso, ofensivo e apelativo são maneiras rápidas de eliminar candidatos.

Redenção virtual.
Se você já cometeu algum deslize, Saad ensina que a melhor maneira de reparar o erro é a transparência: deve-se pedir desculpas publicamente, de preferência pelo mesmo canal utilizado. “As pessoas podem entender que você errou, mas querem ver essa atitude. Se você se arrependeu, mostre isso”, explica. A consultora de boas maneiras Sofia Rossi concorda, e diz que é necessário assumir o seu erro. “Se já postou, deixa lá; assuma, peça desculpas e preste atenção para não cometer o mesmo erro”.
Para ter um perfil interessante, Giardelli explica que é necessário começar a propagar coisas que lhe agradam. “Uma dica é a pessoa criar uma linha editorial com o que gosta de falar, sobre o que gosta de compartilhar. Isso facilita para os leitores decidirem ou não seguir o seu perfil. A gente precisa de mais gente interessante, e menos curtidas”.
A dica de Fabrício é ser claro, coerente e sempre postar o tipo de conteúdo que promete. “As pessoas que vão te seguir esperam receber informações a respeito do que está na sua biografia básica”. Uma recomendação valiosa é sempre prestar atenção à gramática e à ortografia. Também seja relevante em suas postagens. “Usar a linguagem segmentada, promover ações de engajamento, de cyberativismo, campanhas sociais são atitudes que têm tudo a ver com esses canais”, finaliza Fabrício.

sábado, 8 de junho de 2013

10 COMPORTAMENTOS INSUPORTÁVEIS NO TRABALHO




FOFOQUEIROS, PUXA-SACOS E TAGARELAS: COMO IDENTIFICAR E LIDAR COM ESSES PERFIS NO ESCRITÓRIO

 Um bom relacionamento com as pessoas dentro do ambiente de trabalho é essencial tanto para a carreira como para a qualidade de vida. Mas manter um clima amistoso com os colegas profissionais nem sempre é fácil. Desagradáveis e até mal intencionados, alguns perfis desafiam a convivência com piadas excessivas, reclamações ou mesmo puxando o tapete dos outros. A psicóloga Juliana Saldanha, consultora de recursos humanos do Grupo Soma, orienta sobre as melhores reações. Selecionamos dez comportamentos insuportáveis no trabalho e dicas para lidar com cada um deles:

  1. INJUSTIÇADA: Eles não gostam de mim. Reclamona, ela tem certeza que os chefes a perseguem – e percebe isso em cada olhar ou comentário. Passa muito tempo “alugando” os colegas com as suas lamentações. É extremamente sentimental e não tem foco no trabalho. Geralmente deixa a desejar profissionalmente, mas, mesmo assim, jura que é muito competente. “O perseguido é um perfil difícil até porque não se sente assim só no profissional. Se um carro espirrar água de poça nela, também vai achar que é pessoal. Mas fugir das responsabilidades, ser a vitima, às vezes é insegurança”, aponta Saldanha. O segredo é não entrar na onda e começar a reclamar dos chefes também.

  1. FALSO BONZINHO: Essa é a equipe mais bonita do prédio. Parece um anjo à primeira vista. Cordial, faz questão de estabelecer boas relações com todos os níveis hierárquicos. Cedo ou tarde você ficará sabendo de intrigas pesadas feitas pelas costas envolvendo o seu nome. Ele vai negar tudo e sair pela tangente. Mas não se engane, mês que vem tem mais! O famoso “duas caras” é mais um caso de insegurança, segundo a consultora. “Acredita que para crescer não pode ser ele mesmo. Devemos evitar generalizações, mas normalmente essa pessoa tem segundas intenções e quer levar vantagem”, diz ela. Mas não tente desmascarar o “anjinho”. É melhor manter distância.

  1. FOFOQUEIRA INCORRIGÍVEL: Tenho uma boa pra contar. Ela parece um radar: está sempre por dentro de tudo que acontece na vida dos outros funcionários e, por isso, não dedica muito tempo ao trabalho. Tende a envolver as pessoas em suas falações e pequenas maldades. Critica a roupa e cabelo das colegas, mas no fundo inveja cada centímetro. “Falamos que a pessoa tem que ter bom senso, mas isso é relativo porque as experiências de vida são diferentes”, avalia Juliana. Sair de fininho das conversas sobre terceiros é a melhor forma de agir. A fofoca só existe porque alguém está ali para ouvir. “Não precisa dizer que não quer falar com ela, mas sinalize que tem outras prioridades e não seja conivente. Busque neutralidade”, orienta.

  1. PUXA-SACO BAJULADOR: Seu corte de cabelo está incrível. É um clássico no mundo corporativo. Em suas relações, classifica as pessoas por cargos – e o mais humilde não costuma receber atenção. Está sempre pronto para elogiar o chefe, mesmo que sutilmente, e extrai dessa prática a segurança que precisa para continuar empregado. Nada de fazer igual para ganhar pontos! “Um chefe com vivência maior consegue perceber que está sendo bajulado”, diz Juliana Saldanha. Portanto, ninguém perde pontos para o puxa-saco. Existem pessoas solícitas naturalmente, sem forçar a situação. “Não se iguale nem seja ingênua”, recomenda a consultora.

  1. OVERSHARING: Alguém tem remédio para prisão de ventre? Ela (ou ele) fica falando de coisas que ninguém realmente quer saber – e normalmente num tom de voz que os obriga a isso. Usa o telefone da empresa para discutir com a madrinha, com o atendente da TV a cabo ou com a amiga que insiste em ficar com aquele cara que não a merece. Se você der a mínima corda, a “oversharing” vai explicar seus problemas em detalhes, sem perceber que você está olhando para o outro lado. No limite, entram em assuntos constrangedores – escatológicos, sexuais, patológicos. “Ambiente corporativo não é consultório sentimental. Mas as pessoas só falam muito porque alguém escuta”, diz Saldanha. Com medo de passar por chato, quem ouve as histórias excessivas nem sempre consegue sinalizar que aquilo invade a liberdade do seu ouvido. A dica é cortar o assunto e não fazer comentários que vão aumentar o diálogo.

  1. CARREIRISTA ESPERTINHO: Veja os meus projetos. Está no jogo para ganhar. Ser bem sucedido é quase uma obsessão. Fala o que os chefes gostam de ouvir e não pensa duas vezes ao passar a perna em alguém. Costuma ser competente em suas funções, mas extremamente desleal com os colegas.  A dica aqui é simples: nunca compartilhe ideias e projetos com ele, por mais bacana que possa parecer na mesa de bar. Ele vai roubar seus insights , não duvide disso. Se apegue aos assuntos genéricos, comente sobre o tempo, o programa de TV, o futebol...

  1. ULTRASEXY: “Eu já fui modelo”. Ela “dá mole” para os caras, mas se faz de sonsa e desentendida se algum deles reage. No escritório, todo mundo percebe a paquera com o colega: risadinhas, brincadeiras de mão e outras práticas irritantes dominam o ambiente. Tem certeza que é a garota mais desejada da empresa, e tenta tirar algum benefício disso. “Provavelmente ela não acredita na sua competência profissional. É preciso que a equipe seja assertiva para mostrar que não gosta daquilo”, recomenda Juliana. E evite qualquer elogio à maquiagem ou roupas que possa inflar ainda mais esse ego.

  1. GALÃ OFICIAL : Cheguei, garotas! Ele não anda pelo corredor, desfila. Não cumprimenta as colegas, joga beijos e piscadinhas. Conta vantagens na hora do almoço para os outros homens e, muitas vezes, mente descaradamente sobre “aquela gata da academia” que nunca existiu. “Não fique achando que você é a rainha da cocada preta só porque o cara fez uma brincadeira”, diz a psicóloga. Geralmente não é pessoal, esse tipo tende a repetir as gracinhas com todas as outras meninas do andar. Mas se ele extrapolar ou passar dos limites, então expresse seu sentimento com clareza, mas de forma suave. Não é preciso brigar com o garotão bobo e ficar marcada no andar pela sua agressividade.

  1. MATRACA SOLT: Isso me lembra uma história ótima. Ela não para de falar e tende a ser inconveniente. Faz comentários (geralmente dispensáveis) sobre tudo e atrapalha a concentração dos colegas que querem trabalhar. Em reuniões, os chefes chamam sua atenção por estabelecer conversas paralelas. Não entre no enredo que a pessoa está contando. Deixe que ela fale (quase) sozinha e mantenha os olhos na tela do computador ou folha do caderno. Dessa forma, ficará claro que você não está disponível e o assunto acaba mais facilmente. “Aos poucos as conversas vão diminuindo”, aposta Juliana.

  1. PIADISTA SEM GRAÇA: Entenderam o trocadilho? Não fez curso de palhaço, mas quer sempre ser o mais divertido. Tenta copiar o colega engraçado de verdade, que tem timing e boas sacadas, mas nunca consegue. O problema? Ele continua insistindo e torrando a paciência dos colegas com suas piadas tolas. A principal lição é parar de dar risadas forçadas. O sorriso, mesmo amarelo, prolonga o constrangimento coletivo e dá corda para o falso comediante continuar seu show. “A comunicação envolve as duas pessoas. Se o cara está vendo algum sinal de espaço ali, então vai falar mesmo”, aponta Juliana Saldanha.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO



NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

ASSUNTO
NOVA REGRA
EXEMPLOS
ALFABETO
O alfabeto é agora formado por 26 letras
Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano.
TREMA
Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano.
Aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.
ACENTUAÇÃO
Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas.
Obs.: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.
Obs.2: o acento no ditongo aberto 'eu' continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.
Assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico.
ACENTUAÇÃO
O hiato 'ee' não é mais acentuado;
O hiato 'oo' não é mais acentuado.
Creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem.
Enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo.
ACENTUAÇÃO
Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas.
Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo 'poder' (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - 'pôde') e no verbo 'pôr' para diferenciar da preposição 'por'
Para (verbo),
Pela (substantivo e verbo),
Pelo (substantivo),
Pera (substantivo),
Pera (substantivo),
Polo (substantivo)
ACENTUAÇÃO
Não se acentua mais a letra 'u' nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de 'g' ou 'q' e antes de 'e' ou 'i' (gue, que, gui, qui).
Não se acentua mais 'i' e 'u' tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo.
Argui, apazigue,averigue, enxague, enxaguemos, oblique.

Baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume.
HÍFEN
O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por 'r' ou 's', sendo que essas devem ser dobradas.
Obs.: em prefixos terminados por 'r', permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.
Antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, intrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível.
HÍFEN
O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal.
Obs.: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.
Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por 'h': anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.
Autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.
HÍFEN
Agora se utiliza hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal.
Obs.: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen.
Obs2: uma exceção é o prefixo 'co'. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal 'o', NÃO se utiliza hífen.
Anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico.


HÍFEN
Não usa-se mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição.
Mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, pára-choque, paravento.
HÍFEN
Em palavras formadas por prefixos 'ex', 'vice', 'soto'.
Em palavras formadas por prefixos 'circum' e 'pan' + palavras iniciadas em vogal, M ou N.
Em palavras formadas com prefixos 'pré', 'pró' e 'pós' + palavras que tem significado próprio.
Em palavras formadas pelas palavras 'além', 'aquém', 'recém', 'sem'.
Ex-marido, vice-presidente, soto-mestre.
Pan-americano, circum-navegação.
Pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação.

Além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto.
HÍFEN
Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais).
Água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa.